ࡱ> ,t( / 0LDArial,(0(z[ 0 @ . @n?" dd@  @@`` p-+      !"#$%&'()*+ 0AA@wʚ;ʚ;g45d5d@z[ 0Pppp@ <4ddddl 0, <4!d!dl< 080___PPT10 pp? %AoENERGIA$ Eng. Osrio de Brito Maro 2006&% PRESERVAO DOS INVESTIMENTOS( Busca de solues que preservem os investimentos na gerao de energia: busca incessante de eficincia no seu emprego: Inibio de empregos ineficientes. Incentivo s solues que visem dilatar o aproveitamento dos investimentos j concretizados. x SEGMENTAO Uso da energia segmentada segundo trs mundos distintos, cada um voltado para si mesmo: o mundo da eletricidade; o mundo do calor  derivados de petrleo, notadamente o leo combustvel; O mundo dos transportes.Y| A RUPTURA O gs como elemento de ruptura: distribuio similar eletricidade; produz eletricidade; produz calor; substitui os derivados de petrleo na movimentao dos veculos. A ENERGIA , DE FATO, UM VETOR NICO6!%%O GS AINDA SEM VIDA PRPRIA({No h, ainda, uma poltica voltada para o emprego do gs. O Setor Eltrico ainda persiste encarando o gs unicamente como fonte de grandes termeltricas e resiste ao seu uso como gerao distribuda (co-gerao). O GNV usado em veculos adaptados apresenta elevado ndice de ineficincia. O PAS NECESSITA DE UMA POLTICA ENERGTICA QUE ENCARE A ENERGIA COMO UM VETOR ESPECFICO2"PZP"ZOS VECULOS ELTRICOSc As presses motivadas pelo aumento do efeito estufa e pela perspectiva do fim da era do petrleo - os veculos eltricos: VEH (Veculo Eltrico Hbrido): um co-gerador sobre rodas, capaz de influenciar o Setor Eltrico por se transformar em fontes de gerao distribuda; VE (Veculos Eltricos): a base de bateria. FIM DA SEGMENTAO DO USO DA ENERGIA @{ZZ'Z>& O MUNDO DA ELETRICIDADE Foi o segmento que mais sofreu modificaes estruturais: era monopolista, verticalizado e operado de forma condominial; tornou-se competitivo, desverticalizou-se e deixou de ser operado condominialmente: - competio na gerao; - novos entrantes admitidos nas redes de transmisso e de distribuio; - monoplios mantidos na transmisso e na distribuio; - comercializao independente e entregue competio; - criada a figura do consumidor livre.J:PPP9,K 89 $CARACTERSTICAS DA ERA MONOPOLISTICA%%(2 O planejamento era centralizado e mandatrio: o sistema era administrado pelo lado da oferta: as distribuidoras jogavam o risco de suas previses de crescimento do mercado consumidor para o planejamento da oferta; conhecimento pouco profundo do mercado consumidor: prodigalidade dos aproveitamentos hidreltricos prximos dos centros de carga absorviam os eventuais erros de previso; auto-produo no era bem vista; busca da eficincia energtica no se constituia em uma poltica necessria; estrutura tarifria sem estmulos para a melhoria da produtividade._PP2># U : ` (REPERCUSSES DAS ALTERAES INTRODUZIDAS))(Leiles para a compra da energia. As distribuidoras passaram a assumir os riscos dos erros de previso do consumo; As distribuidoras passaram a ser exclusivamente administradoras de sua rede. Surgiram os comercializadores. Criou-se a figura da gerao distribuda: a auto-produo passou a ser uma opo a ser encarada pelo Setor Eltrico. Surgiram os excedentes ofertados s distribuidoras.P,. p  #RISCOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO SE$$(Esgotaram-se os aproveitamentos hidreltricos de porte prximos dos centros de carga: a hora e a vez da Amaznia. O Setor caminha para uma base hidro-trmica. O atraso nos investimentos provocou uma reduo nos tempos de sustentao dos reservatrios. Tendncia altista dos custos de transmisso: distancias maiores; maior complexidade. Tendncia altista dos custos da energia: maior custo do combustvel e maior incerteza. Evoluo da legislao ambientalZ ,  A GERAO DISTRIBUDA Geram-se motivaes para a GD: Expanso da rede de gs canalizado. Aproveitamento da biomassa e de resduos combustveis. Ainda h barreiras para que a GD venha a ocorrer como um dado natural de mercado > [S|P VANTAGENS DA GD PARA O SISTEMA(EAncoragem do sistema local (evita apages localizados e minimiza os efeitos de blecautes de grandes propores). Freia e minimiza a tendncia altista dos custos de transmisso e da prpria eletricidade. Melhora a qualidade da energia distribuda. Tende a reduzir o custo de investimento da expanso da rede de distribuio. FF" INVESTIMENTOS EM GD[ Os investimentos no necessariamente realizam-se pela distribuidora e, sim, pelos consumidores: reduo dos custos com a energia (aumento da produtividade) e, quando h gerao de excedente, criao de um novo negcio; certeza da continuidade do suprimento; melhoria da qualidade. A co-gerao a gs s rentavel quando h economia de escopo. @aZZBZB2" IMPORTNCIA DA GD PARA O PAS(H Otimizao dos esforos de investimento para a expanso da oferta. Investimentos podem acontecer a revelia das distribuidoras: elas necessitam conhecer mais profundamente o seu mercado para: Reduzir os seus investimentos na expanso de sua rede; ou transformar as ameaas de perda de mercado em possibilidades de investimento.DD}CRESULTADOS DO ULTIMO LEILO(Predominncia de hidreltricas de menor porte (abaixo de 140 MW, a menos de Simplcio, com 333,7 MW). Complementao de UHEs em operao (botox). Presena significativa de termeltricas a gs e a derivados de petrleo. Pela primeira vez participao da bioeletricidade (biomassa da cana). As UTEs a gs e a derivados de petrleo oferecem apenas a sua disponibilidade, sem considerar o combustvel cujo custo lhe ser aditado L!ZZZZ#bL #nRESULTADOS DO ULTIMO LEILO( Preos mdios obtidos: R$ 106,95 / MWh (2008); R$ 113,89 / MWh (2009); R$ 114,83 / MWh (2010)  para as UHEs. R$ 132,26 / MWh (2008); R$ 129,24 / MWh (2009); R$ 121,81 (2010)  para as UTEs. Contrataram-se 3286 MW mdios dos 5434 MW mdios oferecidos."ZZ$$? PREVISES] ANEEL prev uma adio de 27.960 MW na capacidade de gerao do pas (587 novas usinas at o final da dcada): Reduo da participao da hidreletricidade. Significativo aumento da termeletricidade e de solues mais custosas (elicas). Aumento de participao de UHEs de menor porte (PCHs). Registro de usinas de co-gerao qualificadas (1279 MW).$pZZ^>n<UHEs DE MAIOR PORTE PREVISTAS(Rio Madeira - duas UHEs em territrio brasileiro: Jirau (3900 MW) e Santo Antonio (3580 MW); e mais UHE Esperanza, em territrio boliviano. Rio Xingu  UHE Belo Monte (11.000 MW). Usinas localizadas em rios da Amaznia. DZ)ZZ),Q n=CARACTERSTICAS DOS APROVEITAMENTOS HIDRELTRICOS NA AMAZNIA>>( Rios com vazes expressivas e sem diferenas de cotas: dificuldade de reservao. Tecnologia no convencional: mquinas tipo bulbo. Valores de potncia limitados pela tecnologia a ser utilizada.G sPRODUO DE GS NATURAL((Produo nacional: 25,84 mi m3/dia; Importao: 22,55 mi m3/dia: - 21,26 mi m3/dia da Bolvia; - 1,29 mi m3/dia da Argentina. Reservas brasileiras: 316 bi m3 podendo atingir 657 bi m3. 80 % dos poos em operao: gs associado ao petrleo. Urucu (Amaznia) e Bacia de Santos: gs no associado.0AZ?ZZ)"CARACTERSTICAS DA BACIA DE SANTOS##(Prximo aos centros de consumo. Incorpora 78 bi m3 j provadas e, ainda em avaliao, 341 bi m3. Primeiros testes: capacidade de produo igual a 12,5 mi m3/dia. Reduo da dependncia externa e, posteriormente, manuteno desta tendncia redutora. TENDNCIASDisposio da Venezuela em exportar o seu gs em direo aos paises do Mercosul. Diversificao da oferta de gs: minimizao da influncia nica do gs boliviano. Perspectiva otimista no mdio e longo prazos. Perspectiva pessimista no curto prazo: at o incio da operao comercial da Bacia de Santos motivada por: - presses do Governo boliviano; - aumento do consumo de gs: novas UTEs. At 2008: entram Manati (6 mi m3/dia) e a primeira fase do campo Pero-Cango (2,5 mi m3/dia).0=ZLZ_Z>* DISTRIBUIO DO GSzAt a dcada de 90: parte das cidades do Rio e de So Paulo (distribuio de gs de nafta). O gs entrou na matriz brasileira sem que o pas estivesse preparado para receb-lo. O gs associado, sem mercado: estorvo para a produo de petrleo. O surgimento do GNV - do uso restrito na cidade do Rio de Janeiro para o uso irrestrito em todo o Brasil: uso altamente ineficiente. {{ANEL GASFERO SUL-AMERICANO(h Em desenvolvimento as ligaes: Camisea (Peru)  campos da Bolvia; Campos da Venezuela, passando pelo sistema de gasodutos brasileiros, em direo ao Mercosul; Complementao do Anel Gasbol (Bolvia  Brasil)  So Paulo  Porto Alegre (j conectado aos campos de Campos) unindo Porto Alegre a Uruguaiana (aonde chega o gs da Argentina). Interligao com: Gasoduto Bolvia  Argentina. Suprimento do Paraguai, do Uruguai e do Chile.>!Z4ZZMZ,!A AUTO-SUFICINCIA DO PETRLEO(rEm 2005: prximo desta meta - 1684 mil bpd (barris por dia) de leo, de LGN (liquido de gs natural) e de condensado (em 2004, 493 mil bpd  crescimento de 2,8 %). Em 2006: produo mdia = 1910 mil bpd superando a demanda brasileira (entre 1850 mil bpd e 1900 mil bpd). Auto-suficincia sustentada (P50 e mais trs outras; em 2009, Projeto Frade; em 2010, P55, P57, fase II de Jubarte, Albacora e Golfinho; previso das P52, P54, P51 e P53.Zt']=0 n9RESERVAS PROVADAS E PESQUISAS(Em 2005: reservas provadas de leo, condensado e gs natural = 13,232 bi boe (barris de leo equivalente). ndice de reposio de reservas provadas = 1,311 % (houve uma incorporao de um volume de leo equivalente a 1,311 vez maior que o leo extraido). Relao reserva/produo = 19,7 anos. Meta: elevar a produo de leo e de gs para 2 mi 860 mil boe/dia em 2010, com a incorporao de novos campos, principalmente Papa-terra (sul da Bacia de Campos). P>IdhORIGEM DO PETRLEO NO BRASIL( Produo mdia em 2005 = 1847 mil bpd. Em terra: 396 mil bpd; No mar: 1451 mil bpd. Plataformas em produo (em 31 / 12 / 2005) = 97. Fixas: 73; Flutuantes: 24.4(-3>#PPARQUE DE REFINO Petrobras praticamente detm o monoplio do refino. Dados de 2005: Capacidade nominal instalada: 2115 mil bpd para um total de 16 refinarias. Carga mdia processada - 1861 mil bpd assim subdividida: 1758 mil bpd (no Brasil) e 103 mil bpd (exterior) Produo mdia de derivados: 1839 mil bpd. A comercializao dos derivados pertence a Petrobras: ela intervm na formao dos preos.f5ZZZ]Z2[blC2_&ALCOOL AUTOMOTIVO E A BIOMASSA DA CANA''(iO Pro-alcool: sua importncia atual e o interesse de outros paises face as repercusses do efeito estufa. Da ineficincia no aproveitamento da energia contida na biomassa da cana ao seu aproveitamento eficiente atual. Valores de venda dos excedentes no ltimo leilo: R$ 126,00 / MWh (2008); R$ 130,00 / MWh e R$ 162,00 / MWh (2009). No houve oferta para 2010.jZjb    POTENCIAL DA BIOMASSA DA CANA(Produo sucro-alcooleira at 2010/11 = 560 mi t (hoje = 400 mi t). Estimativa de excedentes vendveis = 10 mil MW. Destes excedentes, 4 mil MW j poderiam estar operando caso as condies tivessem sido criadas. Principal barreira:  modus operandi ainda existente no SE.Z> !1OUTRAS CARACTERSTICAS DO USO DA BIOMASSA DA CANA22("Disponibilizao de sua energia no perodo seco do Sistema Interligado. Pode vir a constituir, para o empresrio sucro-alcooleiro, uma nova fonte de negcios capaz de lhe permitir equilibrar os eventuais desequilibrios dos mercados de aucar e de alcool. Permite obter crditos de carbono. ZaK&" OUTRAS FONTESEnergia elica  elevado custo e detm uma impropriedade para o Sistema brasileiro. Energia solar  gera valores reduzidos; para valores de maior porte, ocupa espaos extensos. Outros resduos  transforma estorvos para industriais em aproveitamentos ambientalmente adequados: resduos da industria madeireira; de papel e celulose; de agro-industrias como arroz; de siderurgicas. Lixo urbano  disposio final, hoje, inadequada. Carvo  alimenta o efeito estufa e cria dificuldades para o meio ambiente; no ltimo leilo foram leiloadas as expanses de Candiota (2010) e de Jacu (2009). Bio-diesel  surge como uma nova alternativa: obtido a partir da mamona, de oleaginosas e de capim  em evoluo tecnolgica tanto no cultivo agrcola quanto na prpria obteno do leo. Nuclear  Tecnologia de ponta; apresenta problemas para a disposio final dos produtos radio-ativos. pPF P '  ]O    ^ # QUADRO INSTITUCIONAL0O pas carece de uma poltica energtica que encare a energia como um vetor especfico (participao da EPE): necessidade de um funcionamento harmnico. Carece, tambm, de uma poltica para o gs  apesar do carater nacional e internacional do gs, a regulao de seu uso parte estadual, parte federal; o gs ora encarado como se fosse um derivado do petrleo, ora encarado como fonte de gerao eltrica em grandes UTEs. Eletricidade: o novo Marco Regulatrio e a nova estrutura legal impuseram dispositivos que fornecem as condies de fundo: restam ajustes no sentido de extinguir as barreiras ainda presentes. Petrleo: presena da ANP e da Petrobras. P> $!EXEMPLOS DE DISFUNESDiferenas significativas no custo da eletricidade nas tarifas horo-sazonais: na hora da ponta, o consumidor prefere usar seus grupos diesel em face de sinalizaes tarifrias inadequadas. Uso, pelas distribuidoras, de tarifas reduzidas para desincentivar o uso da co-gerao. O emprego do GNV apesar de sua ineficincia. Presena de vcios herdados da cultura monopolista e condominial nas aes da ANEEL. Z,?  %"OPORTUNIDADES E DIFICULDADES (.Gerao de um mercado de excedentes eltricos (evitar o desperdcio na produo descentralizada). Entraves gerao distribuda. A viso torta do  seguro apago : estabelecimento de reservas de capacidade. Interferncias inadequadas na substituio de um energtico por outro. Zv&#OPORTUNIDADES E DIFICULDADES(Os leiles definem os preos da energia no futuro: facilidade na viabilizao dos investimentos, na programao tanto dos construtores quanto dos bancos financiadores. A forma de contratao das UTEs no ltimo leilo evitou a perspectiva de prejuzo pelo no despacho nas pocas de privilegiar as UHEs. O novo sistema de parceria pblico-privada. A Petrobras acha-se em vias de findar a montagem do esquema para operacionalizar a Bacia de Santos. A Venezuela pretende exportar gs para o mercado brasileiro.Z,b'$CONSERVAO E EFICINCIA(Embora existam o Procel e o Conpet: a conservao ainda s uma inteno; no se pode afirmar que h,  lato sensu , uma poltica conservacionista no pas. No se pesquisou como o consumidor reduziu, durante o racionamento, o uso da energia eltrica. Culturalmente, o pas continua encarando a racionalizao do uso da energia como uma atividade redutora de receita: a viso persiste sendo pelo lado da oferta. A conservao como uma  gerao virtual .PPK3(%AS ESCOsEmpresas cujo negcio a racionalizao do uso da energia. As ESCOs brasileiras, suas dificuldades e suas falsas identificaes como verdadeiras ESCOs: a Abesco. O desperdcio da oportunidade criada no Governo FHC: a obrigatoriedade dos rgos pblicos economizarem 20 % da energia consumida. A dificuldade dos financiamentos s ESCOs: as garantias; a facilidade presente para a co-gerao.PP?N9)&SUGESTES E CONCLUSES(Aproveitamentos hidreltricos de maior porte: cada vez mais afastados dos centros de consumo. Os rios amaznicos no admitem reservao: tecnologia diferenciada (mquinas bulbo com limitaes de potncia gerada). Busca de aproveitamentos hidreltricos de menor porte mais prximos dos centros de consumo seja como GD, seja como GC. Busca de alternativas notadamente em GD. Pesquisas em novas tecnologias (em veculos e em hidrogenio). O pas caminha para uma base hidro-trmica.Z>}   *'SUGESTES E CONCLUSES(UHEs cada vez mais dependente dos rigores da legislao ambiental. Base hidro-trmica: tendncia altista dos preos da energia eltrica motivada pelos preos do combustvel e pelo crescimento do preo da transmisso (UHEs cada vez mais afastadas dos centros de consumo). Necessidade de frear o aumento do preo da eletricidade: eficientizao do uso da energia; incentivo GD; aumento da participao da biomassa da cana e de outras fontes renovveis. PHD kq+(SUGESTES E CONCLUSES(%Aumento do consumo de gs assim que se solidifique a reduo da dependncia externa e que haja tarifaes adequadas entre os energticos. Re-estruturao do uso dos combustveis fsseis: novos tipos de veculos e novos combustiveis. Incentivo s fontes renovveis: alcool, bio-diesel e outros.&Z&b_ !B "  ,)SUGESTES E CONCLUSES(4Gerao de uma poltica energtica e de outra para o gs. Reviso regulatria para a GD. Criao de um mercado de excedentes eltricos. Retomada de programas de conservao de energia, inclusive incentivo criao de um mercado para as ESCOs. Separar a ao de comercializadora exercida pelas distribuidoras5Z5>B   ` 33` Sf3f` 33g` f` www3PP` ZXdbmo` \ғ3y`Ӣ` 3f3ff` 3f3FKf` hk]wwwfܹ` ff>>\`Y{ff` R>&- {p_/̴>?" dd@,|?" dd@   " @ ` n?" dd@   @@``PR    @ ` ` p>> %(    6n  `}  C  (  0p  `  dClique para editar os estilos do texto mestre Segundo nvel Terceiro nvel Quarto nvel Quinto nvel.   e  0w ^ `  X*  0T| ^   Z*  0D ^ `  Z*H  0޽h ? www3PP80___PPT10.YKS4 Design padro$ 0$(  r  S 8z>  r  S z `    H  0޽h ? 3380___PPT10.YK)H$  @ $(   r  S t `}   r  S ' `  H  0޽h ? 3380___PPT10.ZKO$  P$(  r  S ǜ `}   r  S HȜ `  H  0޽h ? 3380___PPT10.\K$  `$(  r  S  `}   r  S  `  H  0޽h ? 3380___PPT10.\K@Y$  p$(  r  S P  `}   r  S $  `  H  0޽h ? 3380___PPT10.]KOm[$  $(  r  S  `}   r  S ! `  H  0޽h ? 3380___PPT10.^KP h$   $(   r  S 0/ `}   r  S  `  H  0޽h ? 3380___PPT10._K $  $$(  $r $ S ] `}   r $ S L^ `   H $ 0޽h ? 3380___PPT10.`Kk$  ,$(  ,r , S k `}   r , S tl `  H , 0޽h ? 3380___PPT10.bK#$  0$(  0r 0 S z `}   r 0 S { `  H 0 0޽h ? 3380___PPT10.cKH:  4:(  4r 4 S H7 `}    4 S < `  "p`PpH 4 0޽h ? 3380___PPT10.fKKF$  8$(  8r 8 S ȣ `}   r 8 S  `  H 8 0޽h ? 3380___PPT10.gKr$  <$(  <r < S  `}   r < S 7 `  H < 0޽h ? 3380___PPT10.gKp3$  @$(  @r @ S Լ `}   r @ S  `  H @ 0޽h ? 3380___PPT10.hKp$  D$(  Dr D S  `}   r D S x `  H D 0޽h ? 3380___PPT10.Kh$   H$(  Hr H S  `}   r H S  `  H H 0޽h ? 3380___PPT10.K$  0L$(  Lr L S  `}   r L S h `  H L 0޽h ? 3380___PPT10.K0c%$  @P$(  Pr P S \ `}   r P S 0 `  H P 0޽h ? 3380___PPT10.K@$  PT$(  Tr T S 4 l `}  l r T S  l ` l H T 0޽h ? 3380___PPT10.Ky$  `X$(  Xr X S l `}  l r X S l ` l H X 0޽h ? 3380___PPT10.L+9$  p\$(  \r \ S `$l `}  l r \ S 4%l ` l H \ 0޽h ? 3380___PPT10.L`$  `$(  `r ` S L,l `}  l r ` S  -l ` l H ` 0޽h ? 3380___PPT10.L`z$  d$(  dr d S >l `}  l r d S 5l ` l H d 0޽h ? 3380___PPT10.Lp2e$  h$(  hr h S Jl `}  l r h S Kl ` l H h 0޽h ? 3380___PPT10.LU&$  l$(  lr l S Xl `}  l r l S \Yl ` l H l 0޽h ? 3380___PPT10.L@$  p$(  pr p S kl `}  l r p S hll ` l H p 0޽h ? 3380___PPT10.Lw$  t$(  tr t S {l `}  l r t S |l ` l H t 0޽h ? 3380___PPT10.L $  x$(  xr x S l `}  l r x S tl ` l H x 0޽h ? 3380___PPT10.L`@$  |$(  |r | S l `}  l r | S l ` l H | 0޽h ? 3380___PPT10.L$  $(  r  S Ȥl `}  l r  S l ` l H  0޽h ? 3380___PPT10.Lp/Q$  $(  r  S Dl `}  l r  S l ` l H  0޽h ? 3380___PPT10.L;$   $(  r  S 0l `}  l r  S l ` l H  0޽h ? 3380___PPT10.L W$  0$(  r  S Dl `}  l r  S  l ` l H  0޽h ? 3380___PPT10.L@-o$  @$(  r  S l `}  l r  S l ` l H  0޽h ? 3380___PPT10.!LEiv$  P$(  r  S ,l `}  l r  S l ` l H  0޽h ? 3380___PPT10."L[$  `$(  r  S l `}  l r  S l ` l H  0޽h ? 3380___PPT10.#LpsD$  p$(  r  S ,m `}  m r  S l ` m H  0޽h ? 3380___PPT10.$L`q$  $(  r  S m `}  m r  S (m ` m H  0޽h ? 3380___PPT10.%Lpn$  $(  r  S ,m `}  m r  S `-m ` m H  0޽h ? 3380___PPT10.&L]T$  $(  r  S X;m `}  m r  S CARACTERSTICAS DOS APROVEITAMENTOS HIDRELTRICOS NA AMAZNIAPRODUO DE GS NATURAL#CARACTERSTICAS DA BACIA DE SANTOS TENDNCIASDISTRIBUIO DO GSANEL GASFERO SUL-AMERICANOA AUTO-SUFICINCIA DO PETRLEORESERVAS PROVADAS E PESQUISASORIGEM DO PETRLEO NO BRASILPARQUE DE REFINO'ALCOOL AUTOMOTIVO E A BIOMASSA DA CANAPOTENCIAL DA BIOMASSA DA CANA2OUTRAS CARACTERSTICAS DO USO DA BIOMASSA DA CANAOUTRAS FONTESQUADRO INSTITUCIONALEXEMPLOS DE DISFUNESOPORTUNIDADES E DIFICULDADES OPORTUNIDADES E DIFICULDADESCONSERVAO E EFICINCIA AS ESCOsSUGESTES E CONCLUSESSUGESTES E CONCLUSESSUGESTES E CONCLUSESSUGESTES E CONCLUSES Fontes usadasModelo de designTtulos de slides*_7mClaudioClaudio  !"#$%&'()*+,-./0123456789:;<=>?@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ[\]^_`abcdefghijklmopqrstuwxyz{|}Root EntrydO)Current User~SummaryInformation(nPowerPoint Document([DocumentSummaryInformation8vRoot EntrydO)P&T}@Current User>SummaryInformation(nPowerPoint Document([  !"#$%&'()*+,-./0123456789:;<=>?@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ[\]^_`abcdefghijklmopqrstuwxyz{|}"_7 Tom BorbaTom Borba